Porto

Separado pelo rio Douro das grandes caves do vinho afamado ao qual deu o seu nome, o Porto é a segunda maior cidade de Portugal. Através de um comércio próspero e eficaz transforma-a numa cidade moderna e o carácter dos seus bairros antigos ou mesmo do bulício das novas avenidas, ladeadas de centros comerciais tornam este local encatador.

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Separado pelo rio Douro das grandes caves do vinho afamado ao qual deu o seu nome, o Porto é a segunda maior cidade de Portugal e existe um certo sentimento de rivalidade em relação a Lisboa. Mas embora as suas antigas raízes tenham sido preservadas com orgulho, um comércio próspero e eficaz transforma-o numa cidade moderna e a sua tradicional importância como centro industrial não diminui o encanto e carácter dos seus bairros antigos ou mesmo do bulício das novas avenidas, ladeadas de centros comerciais ou tranquilos blocos residenciais.

A área em redor da Sé merece ser explorada, com os seus diversos monumentos, como a igreja renascentista de Santa Clara e o apinhado bairro do Barredo, que parece não ter mudado desde tempos medievais. À beira-rio, o bairro da Ribeira torna-se fascinante com as suas ruelas, casas típicas e população pitoresca: foi recentemente restaurado e inclui, agora, bares e restaurantes em voga.

Igualmente animado e colorido é o mercado do Bolhão, onde se pode comprar quase tudo, mas bem perto ficam as joalharias e lojas de artigos de pele mais elegantes da Baixa. A cidade do Porto oferece muitas outras atracções, monumentos e museus, assim como um calendário cultural cada vez mais preenchido. Com uma gastronomia bem conhecida e população hospitaleira, também constitui o ponto de partida para a experiência inesquecível de subir o rio Douro.

O distrito é limitado a norte pelo de Braga, a sul pelos de Aveiro e Viseu, a este pelo de Vila Real e a oeste pelo Oceano Atlântico. É uma zona populacional muito densa, geograficamente situada numa região privilegiada e sem atingir altitudes significativas, apesar de alguns acidentes orográficos resultantes das ramificações das serras do Marão e da Cabreira e dos montes de Santa Eugénia, Agrela e Valongo.

A Cidade do Porto não pode ser dissociada dos seus granitos. Assim sendo, e como não podia deixar de ser, está ligada à sua geologia. Situa-se, sob o ponto de vista geológico, essencialmente na Zona Centro - Ibérica (ZCI). Porém, um dos principais contactos geotectónicos da Península Ibérica é o contacto entre a Zona Centro Ibérica (ZCI) e a Zona Ossa Morena (ZOM). Este contacto está marcado a ocidente pela zona de cisalhamento Porto - Tomar (ZCPT) que passa pela zona da Foz do Douro - Nevogilde, pelo que, mais precisamente se deve considerar que a cidade se situa no limite entre aquelas duas zonas geotectónicas.

As referências da presença humana assinalam que, desde tempos pré-históricos, o local onde agora se eleva a "Antiga mui nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto" tenha sido habitada. Local esse que seria denominado Cale, segundo alguns historiadores. Os documentos históricos mais antigos são posteriores á invasão romana pelo cônsul Decimus Junius Brutus, que em 137 a.C. atravessa os Pirenéus, avança para ocidente conquistando todas as regiões até ao Oceano. Segundo um texto de Salústio, Cale foi tomada por Perpena um lugar-tenente romano. De acordo com as conclusões do Prof. Mendes Correia, esta aldeia indígena estaria localizada na margem direita do Douro, no alto do morro Corpo da Guarda (como é actualmente conhecido).

Seria desta povoação que seria lançada a investida contra os Lusitanos, que após obstinada resistência que duraria um século, seriam finalmente derrotados. Entre 284 e 288, Hispánia, sob administração de Diocleciano, é dividida em cinco províncias Tarraconense, Cartaginense, Bética, Lusitânia, e Galécia. Em 297 Galécia é instituída como província separada definitiva com três conventus de Bracara, Lucus e Asturica. O domínio romano terminaria aquando da invasão da Barbárie, no ano de 409, depois de um acordo com os partidários de Máximo, pretendente rebelde ao título imperial. Alanos, Vândalos, Godos, Suevos, etc., dividiram entre si o território conquistado, cabendo aos Suevos a Galiza (Galécia), na qual se incluía a província do Minho (Minius) ,até ao Douro (Durius), estendendo-se ate ao Tejo. Abaixo destes ficaram os Visigodos, os Alanos ocupam a Lusitânia. Cerca do ano de 417, os Alanos invadem os territórios dos Suevos, empurrando estes até à margem direita do rio Douro, onde estes constróem as suas defesas nas fortificações já existentes no local. Os Alanos não conseguiram, apesar de muitos esforços, conquistar a cidade sendo, posteriormente expulsos pelo povo Suevo, com o apoio dos Romanos.

Hermenerico, o rei Suevo, estendeu os muros do castelo, que havia fundado no morro da Pena Ventosa (onde actualmente se ergue a Sé), edificando à sua volta casas para as tropas. A este burgo foi dado o nome de Cale Castrum Novum (castelo novo de Cale) adquirindo a denominação de civitas. Ao fundo desse morro existia o Portus Cale (porto de Cale, actual Ribeira), que deu origem ao nome Portucale, nome esse dado ao castelo novo, e que ficaria a designar a cidade a partir dos finais do Séc. IV. O castelo antigo ficava do outro lado do rio Douro, no local de Gaia, posto de defesa avançado de Cale. Ambos os castelos figuram, há séculos, nas armas da cidade do Porto, tendo ao centro a imagem da Virgem Maria, protectora desde sempre do burgo, razão pela qual também é conhecida pela "cidade da Virgem". Requiário, rei dos Suevos, converte-se ao Cristianismo por em 448, a conversão solene do povo Suevo ocorrerá em 561, no I concílio de Braga. Portucale foi tornado diocese por volta do ano de 582. Três anos depois, Leovigildo, rei visigodo, conquista a cidade, domínio que manteve até à invasão da Península Ibérica pelos Mouros, que em 716 por Abd al-Aziz, subjuga a cidade ao Império Muçulmano durante cerca de 25 anos.

A cidade foi de novo tomada por D. Afonso I, rei das Astúrias, de cujo reino havia partido a reconquista cristã, em meados do séc. VIII. A investida para Sul, contra os mouros, levou a que a cidade ficasse quase abandonada durante mais de um século, permanecendo apenas parte da população rural. Mais tarde, o rei Afonso III das Astúrias decide promover o seu repovoamento, que disso se encarregou o conde Vimara Peres, em 868. Em 910, o território de Afonso III é dividido pelos seus filhos, Ordonho fica com a Galiza e tem o apoio do condes portucalenses. È derrotado em 916, por o emir Abd al-Rahman III, em Valdejunquera. Em 950, Gonçalo Mendes assume a chefia da Terra Portucalense, que em 962 se revolta contra Sancho I de Leão, seguindo-se-lhe Gonçalo Moniz, conde de Coimbra. Á morte de Afonso V de Leão, sucede Bermudo III, o qual é derrotado por Fernando I de Castela, em 1037, substituindo a dinastia de Leão pela Navarra. Nuno Mendes, conde de Portucale, em 1071 revolta-se contra Garcia , senhor da Galiza e Portucale e irmão de Afonso VI, rei de Leão. É derrotado e morto. No séc. X, o domínio muçulmano já se encontrava limitado a menos de meia Espanha. D. Afonso VI rei de Leão, senhor da Reconquista, ameaçado por novo ataque dos mouros, pediu ajuda aos nobres cristãos de além Pirenéus.

Vários nobres franceses vieram em ajuda. Entre eles, dois borgonheses destacaram-se pela sua valentia: o Conde D. Henrique, neto de Roberto II, rei de França; e o seu primo D. Raimundo. Como eram grandes guerreiros, os seus feitos conquistaram a amizade de D. Afonso VI, que os casou com as suas filhas, a mais velha, D. Urraca, com D. Raimundo e D. Teresa com o Conde D. Henrique. O rei de Leão reparte os seus Estados pelas filhas, cabendo a D. Henrique, em 1096, as terras a sul do rio Minho; uma província galega a que a velha Cale já dera nome - condado Portucalense; e o condado de Coimbra. Neste ano D. Henrique concede foral à cidade de Guimarães. Quer o conde D. Henrique, quer a sua mulher D. Teresa, tentaram libertar-se dos laços feudais que prendiam o condado ao rei de Leão. Após a morte de D. Henrique em 1114, a família galega dos Travas tentou intrometer-se no reinado de D. Teresa, provocando a revolta da nobreza nortenha portucalense que em S. Mamede (1128) afastou D. Teresa do poder e o entregou a seu filho D. Afonso Henriques.

Este lutou em três frentes: libertar-se dos laços de vassalagem em relação ao seu primo Afonso VII, rei de Leão e Castela; alargar o território na luta contra os Mouros; e, pela via diplomática, prestar vassalagem à Santa Fé, conseguindo desta o reconhecimento do reino de Portugal. Em 1115, a rainha D. Teresa (durante a menoridade do filho) concedeu isenção de diocese do Porto em relação à metrópole bracarense. Em 1120, doou ao então bispo D. Hugo, o burgo que estava a par da respectiva Sé, bem como vários direitos e propriedades reais situadas em volta, o qual, em 1123, concedeu aos portuenses a primeira Carta de Foral. O nome de Porto surge apenas em crónicas do Séc. XIII, com o reino de Portugal já definitivamente formado. A simplificação do nome de Portucale para Porto, dever-se-ia a evitar a confusão entre a designação da cidade e a do reino.

O estuário do rio Douro, que separa as cidades do Porto (norte) e Vila Nova de Gaia (sul), tem uma extensão de cerca de 20 hectares e foi considerado uma reserva natural local em 2007, sendo então o melhor local da região para a observação de aves, nomeadamente as migratórias e as limícolas.

As gaivotas como o guincho comum Larus ridibundus, a gaivota-d’asa-escura Larus fuscus e o maçarico-das-rochas Actitis hypoleucos são as espécies mais abundantes e que podem ser vistas durante todo o ano.

Além destas, podem ser vistas outras aves em determinadas alturas do ano; por exemplo, a garça-real Ardea cinerea e a garça-branca-pequena Egretta garzetta podem ser facilmente observadas durante o Inverno.
Uma outra espécie que pode ser avistada em grande número a partir do mês de Outubro é o corvo-marinho-de-faces-brancas Phalacrocorax carbo.

Considerada uma das zonas mais bonitas do país, a região do Porto é marcada pela incrível paisagem que envolve o rio Douro e as suas margens com as típicas vinhas que originam o famoso vinho do Porto.

Para além das vinhas, é também possível observar inúmeras espécies de plantas que se encontram no Parque Natural do Douro Internacional, tais como Antirrhinum lopesianum e Aphyllanthes monspeliensis (espécies consideradas raras), Coronilla minima , Lathyrus setifolius, Linaria coutinhoi, Malcolmia triloba, Narcissus jonquilla, entre muitas outras. Muitas destas espécies têm a totalidade ou grande parte das suas populações portuguesas neste território.

No centro da cidade do Porto existe um jardim botânico com 4 hectares e uma grande diversidade de espécies. Atualmente está organizado em 3 patamares: no primeiro desenvolvem-se os jardins formais, separados pelas altas sebes de camélias centenárias; no segundo encontra-se o jardim de plantas xerófitas com uma estufa de catos, uma tropical e outra de orquídeas e finalmente, no terceiro patamar localiza-se o arboreto, com as coleções de coníferas e plantas autóctones.

Instalações

Uma das mais completas lojas de Mergulho.


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Porto

Este projeto nasceu da ideia de prolongar a área de intervenção ha Haliotis até ao norte do país baseada na sua implementação no mercado nacional e aliada à sua larga experiência na formação PADI. Apoiado por quatro instrutores do Porto, que realizaram grande parte da sua formação em mergulho recreativo e em mergulho técnico, bem como parte da sua formação profissional PADI na Haliotis, o projeto permitiu que o sonho se materializasse nesta realidade da Haliotis Porto.

As instalações da Haliotis Porto estão localizadas na cidade da Senhora da Hora no Concelho de Matosinhos. Esta é uma cidade moderna e que incorpora as tradições piscatórias do litoral Norte. Matosinhos foi até recentemente um município fortemente industrializado, mas tem vindo cada vez mais a ser dedicado ao sector terciário, mantendo todavia a herança petrolífera com a presença da enorme refinaria da Petrogal.

É também nesta cidade, que se localiza a Exponor, um dos maiores recintos de feiras empresariais do país. É aqui que encontramos uma das mais importantes portas do Grande Porto: o Porto de Leixões, o maior porto artificial de Portugal, construído nos finais do século XIX.​


U-1277

A temperatura da água varia entre 12 e 15 graus pelo que é aconselhável a utilização de no mínimo, fatos húmidos de 7 mm- A visibilidade varia entre 3 e 10 metros. Os mergulhos são feitos entre os 25 e os 30 metros, pelo que a utilização de ar Enriquecido é uma mais-valia; As condições do mar permitem a realização de mergulhos praticamente ao longo de todo o ano, sendo o Outono e a Primavera os melhores meses com águas tranquilas e temperaturas amenas.

O U1277 foi dos últimos submarinos alemães a ser lançado à água durante a segunda guerra mundial. As suas dimensões eram 67.23 metros de comprimento, 6.20 metros de pontal, 4.74 metros de boca e 9.55 metros de altura e a sua tripulação era formada por 47 homens. A sua missão inicial seria o patrulhamento da entrada norte do canal da mancha.

Foi afundado na noite 3 de Junho de 1945, pela tripulação que se entregou às autoridades portuguesas, semanas após a rendição alemã, ao largo do Cabo do Mundo, Matosinhos.

Foi redescoberto para o mergulho em 1973 onde jaz a 31 metros de profundidade, num fundo de areia. A popa encontra-se completamente assoreada e encontra-se inclinado para bombordo em cerca de 45 graus. Apesar de apresentar bastante degradação por algumas décadas de permanência no mar é possível observar ainda grande parte do periscópio. Na proa, que já se encontra parcialmente destruída, podemos ver ainda os lança torpedos e o leme de proa.

Normalmente é possível observar também imensos cardumes de fanecas, enormes congros e polvos, lavagantes e anémonas brancas e rosa. O U1277 é sem dúvida um ícone do mergulho em Portugal, exibindo talvez o naufrágio mais representativo e sedutor da costa portuguesa.


Faneca





Equipa

Conheça os membros da nossa equipa, que trabalham diariamente para proporcinar as melhores experiências subaquáticas.

Mário Vasconcelos

Responsável de Centro mario.vasconcelos@haliotis.pt


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PADI EFR Instructor 

Certificações Náuticas Carta de Patrão de Costa

Mariana Vasconcelos

Instrutora de Mergulho mariana.vasconcelos@haliotis.pt


Certificação de Mergulho PADI Open Water Scuba Instructor
PADI EFR Instructor

Fábio Gomes

Head of Marketing fabio.gomes@haliotis.pt


Formação académica Licenciatura em Gestão de Marketing
Mestrado em Empreendedorismo e Internacionalização

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Rua Damião de Góis 120
4460-292 Senhora da Hora
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Tel +351 220 984 227 
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Telm. +351 912 388 702    
Telm. +351 927 599 970    
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Alvará de Animação Turistica 9/2009

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Empresa registada no RNAAT com as atividades reconhecidas como Turismo de Natureza

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Licença de Animação Ambiental do Instituto da conservação da Natureza

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